Como eu me (re)descobri no cabelo curto

“Eu morro de vontade de cortar, mas não tenho coragem”: foi a frase que mais escutei no ano passado, depois de ter cortado o cabelo. Ficar com o cabelo curto me fez perceber como muitas vezes a gente tem medo de mudar, e como um simples corte pode alterar a imagem que o mundo tem sobre a gente, e principalmente, a imagem que nós temos sobre nós mesmas. Mas é só um cabelo – e também não é.

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2012 e 2017

Eu passei minha adolescência inteira cultivando um cabelo longo. E aos 18 anos eu posso dizer que tinha o cabelo dos meus sonhos: gigante, loiro, ultra claro. E lembro de ser a coisa que eu mais gostava em mim, fisicamente. Cerca de 2 anos depois, meu cabelo passou por uma fase intensa de quebra e descobri que era inviável manter os fios claros desse jeito.

E aí passei a fazer menos luzes, manter a raiz natural, e deixar o cabelo mais mel – com o mesmo comprimento. Mas sabe quando você não se sente você mesma? Aquela cor não era eu, aquele comprimento não era eu. Mas como o cabelo loiro e longo faz parte daquele conhecido esteriótipo de beleza que a gente bem conhece, eu relutava muito em passar a tesoura. Porque todo mundo achava lindo, porque eu não deveria achar?

E não sei vocês: mas eu tenho ímpetos de mudanças perto de momentos que são significativos pra mim, não sei explicar a razão, mas acontece sempre. E resolvi cortar o cabelo um dia antes de apresentar meu TCC. Depois de uns meses cortei de novo, beeem curtinho, um dia antes do baile de formatura de uma das minhas melhores amigas.

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2018 e 2019

Depois que comecei a cortar não parei mais, porque eu nunca me senti tão eu. Eu mantinha um cabelo longo, porque era o que eu pensava que as pessoas achavam bonito, e quando eu penso quanto tempo demorei para criar coragem para cortar, eu até acho engraçado.

Acho que com o passar dos anos, a gente só quer aquilo que faça parte de quem a gente é, em todos os aspectos. Nas amizades, no guarda-roupas e até na nossa cabeça. A Bel de 24 anos tem menos amigos, menos roupas e menos cabelos que a Bel de 18 anos – porque a Bel de 24 anos só mantem aquilo que faz sentido pra ela.

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Eu e meu cabelo curto ❤ Clique da musa @mperesfotografia

Agora quero saber de você: como seu cabelo representa quem você é? Deixe nos comentários o que você pensa a respeito!

Kindle: Vale a Pena?

Se você gosta de ler, muito provavelmente já pensou se vale a pena comprar o Kindle ou um e-reader similar, e talvez até torça o nariz para a ideia. Mas posso te falar? Eu, amante de livros físicos que sou, já julguei os livros eletrônicos, mas paguei  língua em seguida.

Se você está na dúvida, esse post é para você, porque hoje vou te contar 5 razões pelas quais vale a pena comprar o Kindle.

1. É incrívelmente confortável para a leitura

O Kindle tem uma tecnologia que simula uma folha de papel, o que já o torna extremamente confortável para a leitura. Mas para mim, o que é mais legal, é toda a customização que ele permite: tem como mudar a fonte, mudar o tamanho das letras, aumentar ou diminuir a iluminação.

A possibilidade de modificar a luz do Kindle, é legal especialmente para ler em dias muito claros, ou antes de dormir, não precisando nem de deixar o abajour aceso.

Vale dizer que não são todas as versões do Kindle que possuem luz interna, então vale a pena conferir direitinho as especificações antes de comprar. O meu é o paperwhite.

2. É super prático para carregar por aí

Eu amo livros físicos, e acontece de vez em quando de eu ter um livro físico muito grande, e preferir baixar o lívro digital para ler com mais conforto.

Além disso, o Kindle tem um tamanho excelente e cabe na maioria das minhas bolsas, o que o torna mega prático para levar em viagens, ou quando você quiser ler na fila do banco, ou na sala de espera do médico.

3. Um catálogo maior de livros

De vez em quando acontece de eu querer um livro que não está disponível no mercado nacional, e nesses momentos sempre recorro ao Kindle. A maioria dos livros hoje em dia possui uma versão digital, o que faz com que não precisemos de esperar um livro ser publicado no Brasil para termos acesso a ele.

Nesse tópico, vale a pena dizer que geralmente as opções de livros que não foram publicados no Brasil estão em inglês. Se você tem um certo domínio da língua, vale muito a pena investir nesse tipo de obra para exercitar o idioma.

4. Livros mais baratos

Como os livros digitais não possuem uma série de custos como impressão e exposição em livrarias, eles sempre são mais baratos que suas versões físicas. A Amazon inclusive, sempre faz promoções de livros digitais, e de vez em quando até disponibiliza alguns de graça.

5. A bateria dura muuuito

Uma das preocupações de um leitor de livros digitais, é definitivamente o tempo de bateria do aparelho. Afinal, imagina o aparelho desliga no meio de uma leitura?

A notícia boa, é que a bateria do Kindle dura dias, a ponto de eu quase nem lembrar de carregar.

E aí, ficou com vontade de comprar um Kindle? Conta para mim aqui nos comentários!