Meus perfumes preferidos e que não atacam minha rinite

Ontem no Instagram Stories (Já me segue lá? Eu sou @belserelle) eu mostrei o perfume da minha vida, da Chloé. Lá eu contei um pouco da minha longa procura por um perfume que tivesse a ver comigo e que não me desse alergia. E me surpreendi muito com a quantidade de pessoas que tem o mesmo problema.

Eu sou muito alérgica no geral: tenho alergia a três proteínas do leite, tive bronquite uma vida inteira, e é só sentir um cheiro mais intenso que minha rinite ataca. Por conta disso lá em casa meus pais nunca foram de usar perfume, e acabei não criando esse hábito.

A medida que eu fui crescendo fui percebendo como muitas pessoas tem uma relação muito singular com os perfumes. “Esse é o cheiro da fulana”, ou “eu não saio de casa sem perfume”, eram frases que eu ouvia com uma muita curiosidade, porque nunca tive essa relação com aromas (até porque, com todas as minhas alergias, muito provavelmente meu nariz esteve entupido por uma boa parcela da minha vida…kkkk).

Foi mais ou menos aos 18 anos que dei início a minha saga pelo perfume que seria o MEU cheiro. Aquele aroma que quando alguém sentisse lembrasse de mim, sabe (haha sou uma romântica incurável, me perdoe)?

E apesar de considerar o perfume da Chloé o meu cheiro oficial (hahahaha vocês tem essa pira também?), encontrei poucos e bons perfumes que até me representaram durante um período da vida, e que podem ser boas opções se a sua rinite também impede você de viver perfumada.

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O primeiro amor a gente nunca esquece, e o meu foi o Daisy

Ainda no início da minha saga, quando já tinha comprado alguns perfumes que deram super errado, eu experimentei o Daisy do Marc Jacobs. Na época eu morava nos Estados Unidos e estava na casa de uma amiga olhando os milhares de frascos de perfume que ela tinha na cabeceira. Avistei esse frasco, delicado que parecia ter tudo a ver comigo. Acabei dando uma borrifadinha no pulso para conhecer.

A gente saiu, e não dei muita importância ao perfume, até voltar pra casa, deitar na minha cama e perceber um cheiro suave e incrível que vinha do meu pulso. Foi amor, e comprei imediatamente um frasco para mim.

O Daisy é suave, daqueles aromas que você tem que prestar atenção pra sentir, sabe? E foi durante muito tempo o meu perfume preferido. A única questão dele, pelo menos comigo, é a durabilidade. É passar no início do dia, e algumas horas depois não sentir nenhum vestígio.

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No início da minha saga eu tive algumas experiências ruins com os perfumes da Dior. Cheguei a comprar um que amei na loja, mas que era só passar que rolava até uma dor de cabeça hahaha.

Foi ai que ano passado, quando estava voltando de Portugal, com alguns euros sobrando na bolsa e muito tempo livre no aeroporto, resolvi experimentar o Miss Dior na versão  Blooming Bouquet, que me disseram ter um aroma mais suave do já icônico perfume da marca. E foi amor ao primeiro aroma!

Resolvi trazer, e deu super certo. É um perfume levinho, que assim como o da Chloé, tem uma fixação incrível. Passo no começo do dia e ainda sinto ele quando chego em casa a noite. Costumo usá-lo quando fico com muita dó de gastar o da Chloé (kkkk louca eu sei).

O que aprendi com a minha saga, é que a identidade visual de um perfume frequentemente mostra seu aroma, sem que você perceba. Se você quer um perfume suave, procure por frascos mais clarinhos e delicados.

E sempre que for procurar pelo seu perfume da vida, teste. Espirre um pouco na loja, e saia para fazer outras coisas. Assim você vai entender na prática como ele reage na sua pele, vai entender a fixação dele, e sentir se aquele aroma tem a ver com você – afinal, as pessoas vão sentir e pensar “nossa, esse é o cheiro da ciclana, né?”.

E ai, gostou das dicas? Me conta aqui qual o perfume da sua vida!

Meus essenciais de maquiagem

Não sei se com você é assim, mas com o passar dos anos eu sinto que cada vez mais preciso de menos. Menos, mas boas roupas. Poucos, mas bons amigos. E quando o tema é maquiagem esse padrão parece se repetir.

A verdade é que eu não sou uma expert no tema. Adoro me maquiar, e acredito que conheço meu rosto e o que me favorece na hora de me arrumar. Mas cada vez mais quero me sentir mais eu, sabe? Uma Bel com cílios mais cheios, bochechas mais rosadas, com uma carinha mais saudável, mas ainda Bel.

Pensando nisso, nos últimos tempos cheguei aos meus 5 itens essenciais. São os itens que não saem da minha bolsa, e tem características que prezo para basicamente tudo na vida: praticidade e qualidade. Deixa eu te mostrar quais são eles?

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Base Skin Feels Good – Cor 010 Cool Porcelain da Lâncome

Eu sou fã das mulheres francesas. Me identifico muito como elas valorizam a praticidade, e adoro a maquiagem típica delas, que transmite aquela vibe de bonita sem esforço, sabe? Acho que por isso acabo sempre amando os produtos franceses.

Essa base Skin Feels Good da Lâncome é o típico produto que eu acredito que as francesas adoram. É uma base leve, que mais parece um hidratante com cor, que cobre as imperfeições de forma suave, e uniformiza a pele mas sem tirar o viço. A base pode ser aplicada com os dedos, o que de vez em quando na correria do dia a dia é o que eu faço e adoro.

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Gel-creme para sobrancelhas Ka-Brow – Cor 4.5 da Benefit

Uma das coisas que eu mais gosto no meu rosto são as minhas sobrancelhas. Elas são naturalmente cheias, e adoro deixá-las ainda mais expressivas. Na hora de fazer isso, o importante é usar um produto que deixe-as com um aspecto natural, porém marcante.

E o Ka-Brow foi um dos achados de 2019. Eu consigo dosar bem quão marcada eu quero que a sobrancelha fique, e pelo fato de ser um creme-gel, além de colorir ele deixa os fios no lugar. O produto dura muito na pele, passo pela manhã e não sinto necessidade de retocar em nenhum momento do dia.

Além disso o produto rende super! Uso todos os dias e sinto que o potinho vai durar para o resto da eternidade, hahaha.

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Blush Cushion – Cor 022 Rose Givrée da Lâncome

Outro produto que acho a cara das francesas é esse blush em cushion da Lâncome. A embalagem é super prática, tenho preferido esse tipo de produto que não corre risco de quebrar na bolsa, como acontece com frequência com meus blushs em pó.

O produto vem em uma embalagem reutilizável, ou seja, quando o blush acabar é só trocar o refil. A forma de aplicação é super prática, só bater a esponjinha no cushion e aplicar. Eu gosto de colocar nas bochechas e um pouquinho em cima do nariz, acho que dá um ar de saúde que adoro.

O blush dura menos na pele do que outros em pó, mas a aplicação é tão simples, e o blush é tão fácil de carregar que honestamente não me incomoda.

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Batom – Cor Velvet Teddy da MAC

Sabe quando você encontra a cor da sua vida, e você só tem vontade de usar ela? É o que eu sinto com o Velvet Teddy, haha. O batom tem um tom rosado que eu amo, e que vario na aplicação: quando quero algo mais natural só dou algumas batidinhas e espalho com os dedos. Pelo fato de a textura do batom ser matte, ele tem uma durabilidade boa também.

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Rímel Haute & Naughty Lash – Cor Brown da MAC

Desde que descobri minha cartela de cores ando optando por algumas substituições, especialmente na hora de me maquiar: substitui o rímel e o delineador preto pelo marrom, e na minha opinião dá uma diferença surreal. Sinto que a minha maquiagem fica mais leve, me sinto com mais cara de bonita sabe?

Quando passei a fazer isso acabei descobrindo que aqui no Brasil são pouquíssimas marcas que têm máscaras de cílios em cores como marrom. Acho que a brasileira no geral gosta de maquiagem mais marcante, e por isso a demanda de cores mais suaves para os olhos são menores.

Depois de procurar muito aqui em Belo Horizonte, encontrei o Haute & Naughty Lash da MAC, e logo fiz um mini estoque. A máscara tem dois pincéis, um que alonga, e o outro que dá volume. Eu particularmente só utilizo o que dá volume, por praticidade e porque como já tenho cílios longos, acabo não sentindo tanta necessidade de utilizar o outro.

Esses são meus 5 itens essenciais na hora de me maquiar! Temos algum em comum? Conta pra mim aqui nos comentários!

Look da Bel: Lady in Red

Os sonhos daqueles que a gente ama sempre são um pouco nossos também, não é? Por isso hoje vim compartilhar um look super especial, de uma marca igualmente especial: a CóRa.

A marca é criação de duas das minhas amigas mais queridas, Lú Teixeira e Má Peres, e foi muito lindo poder acompanhar todo o processo de concepção da marca, que leva o nome da mãe da Lú. E nesse verão esse projeto finalmente saiu do papel e foi parar no guarda-roupas de várias mulheres incríveis.

As peças da CóRa são modernas com um arzinho clássico que eu amo. Muitas cores intensas e concretas, sem muitas estampas (que tem sido super a minha praia), o que faz com que as peças sejam versáteis e fáceis de coordenar.

Outro ponto alto é o conforto: eu odeio usar sutiã (hahaha a verdade deve ser dita), e todas as peças são forradas, com tecidos encorpados e de qualidade, o que trás certa segurança na hora de usar, sabendo que não vai marcar nada, sabe? A maioria dos modelos são super soltinhos, outro fator que eu adoro.

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O vestido midi fenda (link aqui!) é definitivamente uma das minhas peças preferidas da coleção. Ele tem um corte reto clássico que eu adoro, o decote não sai do lugar e as alças dão certa firmeza ao busto.

Ele tem duas fendas laterais que dão um caimento interessante à peça e ainda mostra pele de forma elegante sabe? É aquele tipo de vestido que eu amo, que me deixa confortável para me movimentar, sentar no chão, ficar de perna cruzada, viver mesmo, sem nada me incomodando.

Espero que vocês tenham gostado de conhecer um pouquinho da CóRa! Depois me contem quais outras peças vocês curtiram no site da marca! 

Onde ficar em Paris

Nesses 10 anos de blogosfera tive dois outros blogs que acabei desativando por uma série de razões – uma pena, já que com o fechamento deles, perdi dezenas de posts que gostaria de escrever de novo aqui, nesse novo espaço. Para mim vai ser especial reviver fotos, e dicas sobre lugares e coisas que eu vivi, e espero que nesse processo eu consiga transmitir coisas legais para vocês. Vem comigo?

Queria começar com um dos meus primeiros destinos, e um dos mais especiais: Paris! Parte crucial de uma viagem, além do roteiro, é definitivamente onde ficar, questão que em uma cidade grande como Paris, pode gerar muitas dúvidas.

Nesses anos viajando já tive boas e más experiências com hospedagem, e posso dizer que o hotel em que ficamos em Paris foi definitivamente uma das experiências boas, incríveis até.

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Escolher onde ficar em Paris é um desafio: os hotéis são quase sempre pequenos, em prédios antigos e geralmente caros pelo que oferecem. Quando eu e minha mãe decidimos ir juntas para a cidade luz, ficamos horas checando o trip advisor e chegamos a um hotelzinho super simpático chamado Passy Eiffel Hotel.

Se eu puder te dar uma dica de como escolher onde ficar em Paris, eu optaria por ficar em uma região central, com acesso fácil ao metrô, mas não literalmente no centro da cidade. E posso falar? Ficar na Rue de Passy foi uma das experiências mais legais da viagem.

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Vista da porta do hotel

O hotel fica a algumas quadras da Torre Eiffel, um perto longe o suficiente para poder experimentar um pouco da calma da cidade, sem todo aquele movimento de turistas. A rua Passy foi uma surpresa deliciosa: ela é cheia de lojas legais, padarias e até um cinema. Uma das coisas que eu mais amo na hora de viajar é tentar experimentar por alguns dias como seria morar naquele lugar, meio que brincar de cidadão dali, sabe? E me senti uma parisiense passeando na região, haha.

Além disso, a rue de passy tem acesso fácil a duas estações de metrô, a estação Passy (que estava reformando na época em que viajamos), e a estação Trocadéro, que fica um pouquinho mais longe, mas acaba sendo uma caminhada super gostosa. As linhas de metrô na europa estão em constante manutenção, por isso é sempre bom levar isso em consideração na hora de escolher onde ficar: um lugar que te oferece mais opções de transporte vai ser sempre a melhor opção.

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O hotel tem um arzinho vintage que eu amo, e o quarto, apesar de estar em um prédio antigo, era super novo, bem estruturado, o que pra mim, menina alérgica que sou, foi incrível (eu ouvi “noites sem rinite alérgica”? hahaha). Outro plus foi o atendimento: os recepcionistas eram mega atenciosos e todos falavam inglês, o que pode parecer duas observações um tanto óbvias quando falamos de hotéis, mas que em um lugar como Paris valem a pena serem ressaltados haha.

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O hotel ainda possui uma área comum super charmosa, para tomar café, ler um livro ou até mesmo trabalhar um pouco fora do quarto de hotel se necessário. E pode falar, existe cenário mais parisiense que esse? São algumas das minhas fotos preferidas da viagem.

Agora quero saber de você: o que é mais importante para você na hora de procurar um hotél? Localização, preço, estrutura do quarto? Vamos bater um papo sobre!

Informações do Passy Eiffel Hotel: 10, Rue de Passy – 75016 Paris

+33 1 45 25 55 66   +33 1 42 88 89 88 –  contact@passyeiffel.com

Os 5 melhores aplicativos para editar fotos no celular

Se você acompanha o blog há algum tempo, você provavelmente sabe o quanto eu amo fotografia. Amo a ideia de registrar momentos para a eternidade – e mais – a ideia de transformar uma imagem em uma perspectiva só minha através da edição.

Se você me segue no @belserelle você já sabe o meu estilo de edição: amo tons quentes, verdes amarelados, granulos e efeitos que dão aquela carinha de vintage. No stories gosto dessa mesma vibe, e me divirto com as possibilidades mais divertidas que temos dentro dessa plataforma

Por isso separei os 5 melhores aplicativos para editar fotos no celular de 2019: sejam elas para deixar seu feed mais bonito ou para turbinar seu stories. Vamos lá?

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nichi é um aplicativo fofo que permite que o usuário faça montagens dos mais diversos tipos, que podem ser usadas ou no feed ou no stories. Ele possui uma pegada mais vintage, com stickersbrushes e uma série de efeitos que permitem que a gente pire nas edições! Adoro ele para fazer stories mais diferentões e impactantes.

O app tem diversas opções de customização, entre elas grátis e outras pagas, e vai por mim dá, para aproveitar muito as opções gratuitas.

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Se você adora o charme das fotos analógicas você vai adorar o nomo! É um app que funciona mais ou menos como uma câmera polaroid, na qual você tira a foto e depois balança o telefone (ou aguarda) para ter a foto revelada. Os efeitos são bem legais e o app é gratuito!

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unfold é um dos meus apps preferidos para os stories! Ele dá opções legais para fazer stories mais elaborados, e permite que você exporte uma série de stories de uma só vez.

Ele tem algumas opções gratuitas, mas confesso que os layouts mais legais costumam ser pagos . Mas vai por mim, vale os pequenos investimentos, especialmente se você trabalha com produção de conteúdo!

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afterlight foi um dos primeiros apps que eu baixei na vida para editar fotos. Antigamente eu amava os filtros dele, mas atualmente o que eu mais curto no aplicativo são as opções de textura que ele possui, especialmente as “dusty“, que dão esse efeito de foto revelada com alguns efeitos do tempo, sabe? Acho que dá um charme para qualquer imagem!

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Um efeito que eu tenho amado ver no instagram são essas de legendas de filme. Acho um máximo, e uma forma fácil de fazer é com o app phonto: é só escolher a fonte “verdana italic”, colocar o fundo amarelo com borda preta e voilá! Simples e lindo!

E você, tem alguma dica de app imperdível na hora de editar fotos no celular? Conta aqui quais são as suas dicas!

Como eu me (re)descobri no cabelo curto

“Eu morro de vontade de cortar, mas não tenho coragem”: foi a frase que mais escutei no ano passado, depois de ter cortado o cabelo. Ficar com o cabelo curto me fez perceber como muitas vezes a gente tem medo de mudar, e como um simples corte pode alterar a imagem que o mundo tem sobre a gente, e principalmente, a imagem que nós temos sobre nós mesmas. Mas é só um cabelo – e também não é.

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2012 e 2017

Eu passei minha adolescência inteira cultivando um cabelo longo. E aos 18 anos eu posso dizer que tinha o cabelo dos meus sonhos: gigante, loiro, ultra claro. E lembro de ser a coisa que eu mais gostava em mim, fisicamente. Cerca de 2 anos depois, meu cabelo passou por uma fase intensa de quebra e descobri que era inviável manter os fios claros desse jeito.

E aí passei a fazer menos luzes, manter a raiz natural, e deixar o cabelo mais mel – com o mesmo comprimento. Mas sabe quando você não se sente você mesma? Aquela cor não era eu, aquele comprimento não era eu. Mas como o cabelo loiro e longo faz parte daquele conhecido esteriótipo de beleza que a gente bem conhece, eu relutava muito em passar a tesoura. Porque todo mundo achava lindo, porque eu não deveria achar?

E não sei vocês: mas eu tenho ímpetos de mudanças perto de momentos que são significativos pra mim, não sei explicar a razão, mas acontece sempre. E resolvi cortar o cabelo um dia antes de apresentar meu TCC. Depois de uns meses cortei de novo, beeem curtinho, um dia antes do baile de formatura de uma das minhas melhores amigas.

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2018 e 2019

Depois que comecei a cortar não parei mais, porque eu nunca me senti tão eu. Eu mantinha um cabelo longo, porque era o que eu pensava que as pessoas achavam bonito, e quando eu penso quanto tempo demorei para criar coragem para cortar, eu até acho engraçado.

Acho que com o passar dos anos, a gente só quer aquilo que faça parte de quem a gente é, em todos os aspectos. Nas amizades, no guarda-roupas e até na nossa cabeça. A Bel de 24 anos tem menos amigos, menos roupas e menos cabelos que a Bel de 18 anos – porque a Bel de 24 anos só mantem aquilo que faz sentido pra ela.

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Eu e meu cabelo curto ❤ Clique da musa @mperesfotografia

Agora quero saber de você: como seu cabelo representa quem você é? Deixe nos comentários o que você pensa a respeito!

Looks da Bel: Lisboa

Passar 17 dias fora de casa, só com uma mala de 23 kg no começo da Primavera europeia pode ser um desafio e tanto. As temperaturas ainda estão baixas, o que significa roupas volumosas e pouco lugar na mala.

E acredite se quiser, consegui fazer uma mala de frio, com 13 Kg. Ela acabou ganhando 5 kg na volta (hihi), mas ainda assim consegui organizar muito bem os looks, e por isso gostaria de compartilhar alguns deles com você, a começar pelos que usei em Lisboa!

Antes de conferir os looks preciso dizer que saber a minha cartela de cores ajudou na execução dessa mala (e ajuda muuito no meu dia a dia também). Fiz análise de cor há algum tempo com a Bella Vasconcellos e juro que mudou minha vida (haha é sério). Você vai notar que todas as cores das minhas roupas de certa forma conversam entre si – o que é um grande facilitador na hora de fazer combinações. Inclusive, prometo fazer um post explicando direitinho como funciona.

Vamos aos looks?

 

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O primeiro look é aquele básico cheio de bossa. A jaqueta biker da Zara, tem um design super clássico que remete aos motociclistas da década de 40, mas com tecido e cor com uma pegada mais suave, que dá certa atitude ao look mas sem pesar.

A jaqueta com estilo retrô casa perfeitamente com a mom jeans da C&A e com o All Star Converse de cano alto. Para equilibrar o look escolhi uma blusa básica de manga comprida da Forever 21 no mesmo tom da jaqueta e a minha inseparável mochila de couro da Arezzo que me acompanhou – literalmente – em todos os dias da viagem.

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Eu tinha comprado essa boina na Forever 21 meses antes de viajar, e acabei ficando um pouco sem graça de usa-la aqui no Brasil (o clima também não favoreceu, haha), e acabei levando ela para adicionar informação de moda naqueles looks mais básicos.

Nesse dia apostei nesse sweater que amo da Forever 21, porque além de ser super confortável, ele tem essa pegada maxi que deixa o look mais moderninho. Acabei optando por outro clássico no meu guarda-roupas de inverno: a calça skinny de couro da Zara. Gostei desse look, porque apesar de básico, ele mistura muitas texturas que deixam a produção mais interessante.

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Esse é outro look relativamente básico mas que eu amei muito! Uma das marcas que mais curto comprar na Europa é a Stradivarius (que inclusive é do grupo da Zara), e quando entrei na loja e vi essa saia plissada nude, foi amor a primeira vista! Além de confortável, ela tem um movimento liiiindo, e a cor é um mega coringa!

Na Stradivarius comprei também essa tiara estilo turbante de veludo preto, que é a cara dos anos 80 e que está voltando com tudo (inclusive estou morrendo de vontade de fazer um post sobre, você gostaria?)!

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I like big sweaters and I cannot lie ¯\_(ツ)_/¯  (hahaha). Esse sweater da Forever 21 é uma das peças que mais amo no meu guarda-roupas de inverno! E gosto dele pelos mesmos motivos que gosto do que mencionei anteriormente: amo como a trama super delicada cria um contraponto com a modelagem maxi, sem falar que a cor é uma das minhas preferidas!

Combinei com essa mom jeans da C&A com a bainha por fazer que eu mesma cortei e adoro, e nos pés para dar um peso os meus dad sneakers da Zara. Esse tênis é aquele tipo ame ou odeie – e eu amo, muito.

Na cabeça apostei no cap de camurça também da Zara, que ficou bem harmônico com o sweater e me deixou bem satisfeita.

E aí, gostou dos looks que usei em Lisboa? Caso queira ver mais é só deixar seu comentário aqui!

Travel Diary: Oceanário de Lisboa

Em nosso segundo dia em Lisboa, fomos conhecer um ponto turístico que alguns de nossos amigos tinham prometido ser imperdível: o Oceanário de Lisboa

Como o Oceanário fica em um ponto relativamente distante de onde estávamos hospedados (no Chiado), pegamos o Yellow Bus, que nada mais é que um daqueles ônibus turísticos. Confesso que torcia o nariz para esse tipo de transporte (haha), porque quando viajo para a Europa amo usar o transporte público, por várias razões. A primeira delas é que esse meio de transporte no continente é ultra eficiente, e especialmente porque me faz sentir mais parte da cidade, me faz ter aquela sensação de morar lá durante um período, sabe?

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Mas confesso que gostei de experimentar o Yellow Bus: uma das coisa legais desses ônibus é que você vê mais a cidade do que você veria andando de metrô. Outro benefício é que o passeio é áudio guiado, então você escuta a história da cidade à caminho do seu destino. Ainda não é meu meio de transporte preferido no continente, mas acho que é uma boa opção para quem tem receio de se aventurar pelas linhas de metrô. Posso falar mais sobre isso em outro post!

Depois de algum tempo no yellow bus chegamos no Oceanário de Lisboa, e lá tive uma das experiências mais incríveis da minha vida. A vista é de tirar o fôlego: o Oceanário de Lisboa é o segundo maior oceanário da Europa, com mais de 1.500 animais coexistindo alí.

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O edifício do Oceanário possui um aquário central enorme, e os demais ambientes basicamente giram em torno dele. O que achei legal, é como eles realmente tentam simular o habitat natural dos animais alí. A quantidade de luz, temperatura, tudo varia de acordo com os bichinhos de determinado ambiente.

O ticket para conhecer o Oceanário de Lisboa + sua exposição temporária custa € 18, um valor maior do que as atrações em Lisboa costumam custar, mas confia em mim, é realmente imperdível!

 

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Vale a pena também explorar a região do Oceanário de Lisboa, isso porque uma das coisas que mais chamam a atenção é o contraste que essa região tem com o resto da cidade. A arquitetura é mais moderna, os planos são mais abertos, é bem interessante.

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Voltando à região perto do nosso apartamento, fomos  na Confeitaria Nacional, um dos lugares mais famosos da cidade para comer os tradicionais pastéis de nata, que eu particularmente não posso, por conta da minha alérgia à proteína do leite, haha. Mas vale muito a pena visitar a casa, nem que seja para conferir a sua arquitetura.

A Confeitaria Nacional foi fundada em 1829, e até hoje produz milhares de seus famosos pastéis por dia. O lugar é muito especial, e o Gui e a família indicam muito os pastéis! haha.

Está curtindo acompanhar o que rolou na viagem dia a dia? Conta pra mim nos comentários!

Foreo: Qual Comprar? Comparando Modelos!

Antes de viajar, eu tinha uma pequena wishlist de itens de beleza que queria adquirir na viagem, e o item que estava no topo da lista era definitivamente o Foreo.

Se você gosta de beleza e acompanha notícias sobre o assunto você muito provavelmente já conhece o mais novo must have de cuidados com a pele: o Foreo. O Foreo foi desenvolvido por uma empresa sueca de mesmo nome, e é uma espécie de massageador facial que promete ajudar na limpeza facial, promovendo uma série de benefícios. Atualmente a empresa tem um mix de produtos maior, que vai de aparelhos para uso de máscaras faciais até escovas de dentes, mas hoje, vou falar especificamente da linha Luna.

Qual Foreo Comprar?

Durante a minha pesquisa, ficava naquela grande dúvida: qual foreo comprar? Acabei descobrindo que essa era uma questão muito comum, já que o design entre os aparelhos é bem parecido, e nem sempre as diferenças entre eles são óbvias.

O que me ajudou especialmente, foi uma tabela que a Karen Bachinni compartilhou nas redes dela com as especificações e diferenças de cada foreo. Fiz uma versão mais objetiva desta tabela para que você entenda as diferenças de forma simples.

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Antes de decidir qual foreo comprar, é importante que você entenda suas funcionalidades, e especialmente, qual tipo de benefício você procura com esse produto.

Os aparelhos da Foreo prometem limpar a pele enquanto fazem uma esfoliação suave através da pulsação do aparelho e suas cerdas de silicone. De acordo com a empresa, o foreo ajuda a desobstruir os poros e remover até 99,5% das impurezas no rosto.

Na hora de escolher o modelo ideal para mim, tinha algumas prioridades: gostaria que as cerdas do aparelho fossem versáteis, já que minha pele muda bastante dependendo da estação do ano, queria que ele fosse recarregável e gostaria de optar por um modelo mais barato, já que é a primeira vez que lido com a marca.

Levando em consideração esses pré requisitos, escolhi o Foreo Luna Plus. Esse modelo é indicado para todos os tipos de pele e é recarregável através de pilhas.

Foreo: vale o investimento?

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O meu modelo: Foreo Luna Plus

O Foreo foi uma das primeiras coisas que comprei quando cheguei em Portugal, e comecei a usar quase que imediatamente, na mesma frequência que lavo o rosto, duas vezes ao dia.

E posso falar? Vale muito o investimento! A sensação de limpeza após lavar o rosto com o Foreo é muito diferente, a pele parece ficar mais viçosa, saudável. E como o produto se propõe a desobstruir os poros, senti que os cremes que uso depois da limpeza são melhor absorvidos.

Outra notícia boa é que o preço não varia muito entre países (Brasil x Portugal). O modelo Luna Plus na Sephora de Portugal custou € 49 (mais ou menos R$ 235 em reais). Na Sephora Brasil, o mesmo modelo custa R$ 299 e pode ser dividido em até 10 vezes no cartão.

Essas foram as minhas impressões com o Foreo Luna Plus. Espero que você tenha gostado e que eu tenha te ajudado a escolher qual foreo comprar!